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sábado, 12 de novembro de 2016

Depravação Total


Efésios 2:1–3; Romanos 3:10–12
Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o ps andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. (Efésios 2:1–3) ...tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer. (Romanos 3:9b–12) oda religião e filosofia humana no mundo, exceto o Cristianismo bíblico, têm sustentado que o homem é basicamente bom e aperfeiçoável através de seus próprios esforços. O filósofo Inglês do século dezessete John Locke (1632–1704) acreditava que o homem nascia como uma lousa em branco (“tabula rasa”) de inocência. Jean Jacques Rousseau (1712–1778), o filósofo francês do século dezoito, acreditava que o homem era bom, assim iniciando a filosofia humanista que coloca o homem antes de Deus. Ele disse, “o Homem nasce bom e a sociedade o corrompe”. O Islamismo ensina que todos são nascidos puros (de “musselina” - tecido leve e um pouco transparente, que serve para vestuário) e naturalmente bons até que sejam desviados pelo ambiente. O Homem é visto como aperfeiçoável através do ser corretamente guiado e lembrado da unidade de Alá. Contudo, apenas através da revelação de Deus, como encontrada na Bíblia, é que podemos entender a total depravação do homem, que mostra ser ele totalmente incapaz de salvar a si próprio ou de fazer qualquer obra meritoriamente boa com respeito à sua salvação. Essa é uma verdade redescoberta na Bíblia durante a Reforma que transformou a Europa no século dezesseis e tem impactado o mundo desde então. Infelizmente, nos tempos modernos, os ensinamentos prejudiciais do Arminianismo têm tido um papel predominante na maioria das igrejas protestantes, na medida em que estas se tornam mais antropocêntricas que teocêntricas.

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