Paulo prova sua tese
anterior de que Cristo destrói o pecado em seu povo a partir do efeito do batismo,
por meio do qual somos iniciados na fé nele [Cristo]. É além de qualquer dúvida
que nos vestimos de Cristo, no batismo, e que somos batizados com base neste
princípio, a saber: para que nos tornemos um só com ele. Paulo agora assume o
segundo princípio, a saber: só crescemos verdadeiramente no corpo de Cristo [in
Christi corpo vere coalescere] quando sua morte produz em nós seus frutos. Ele
deveras nos ensina que esta comunhão em sua morte é o ponto central do batismo.
Ele não pressupõe uma simples lavagem, mas sobretudo a mortificação e o despimento do velho homem, os quais são ali estabelecidos. É evidente que a eficácia da
morte de Cristo só se manifesta no momento em que somos recebidos em sua graça.
A eficácia da comunhão na morte de Cristo é descrita imediatamente.

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