
A morte não mais tem domínio sobre ele.
Paulo parece dar a
entender que a morte uma vez exerceu domínio sobre Cristo. E de-veras, quando
entregou-se à morte em nosso favor, em certa medida ele entregou-se e
sujeitou-se a seu poder, na condição, contudo, de que era-lhe impossível ser
detido ou vencido pelas dores mortais ao ponto de sucumbir ou ser totalmente
absorvido por ela [At 2.24]. Portanto, ao submeter-se a seu domínio por um
breve momento, ele a destruiu para sempre. Entretanto, traduzindo em termos
mais simples, o domínio da morte é uma referência à condição voluntária da
morte de Cristo, o qual expirou com a ressurreição dele [Cristo]. O significado
aponta para o fato de que Cristo, que agora comunica vida aos crentes por meio
de seu Espírito, ou inspira sua própria vida neles por seu secreto poder que
promana do céu, ficou livre do domínio da morte quando ressuscitou dentre os
mortos, a fim de libertar todo seu povo desse mesmo domínio.
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